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domingo, 29 de agosto de 2021

Último dia em Nápoles

Esta foi a viagem em que mais calor apanhámos, mais caminhámos e mais água consumimos! O que nos vale é que o Matias é um excelente companheiro de viagens: não se queixa do cansaço, não se queixa dos programas inesperados que acontecem, alinha nas nossas aventuras, fica bem quando não está a desenhar, motiva-se a si próprio quando está a desenhar e está quase sempre bem disposto!
O rapaz foi feito mesmo feito "à nossa medida"!


sábado, 28 de agosto de 2021

Museu Arqueológico Nacional

O Museu fica a 40 minutos afastado do centro da cidade. Faz-se bem a pé, principalmente depois de uma deliciosa pizza ao almoço!

Assim que começámos a circular pelo museu ficámos indecisos entre visitar tudo e depois desenhar ou ir desenhando à medida que visitávamos! Eu estava ansiosa por desenhar, já os meus rapazes estavam tranquilos a passear pelas salas! Ninguém decidia nada, até que me impus: abri o caderno e comecei a desenhar!

"Esperem por mim que farei desenhos rápidos" - disse-lhes eu! Os desenhos não foram rápidos e por isso não esperaram por mim! Separámo-nos e eu perdi-me no museu, enquanto os procurava! Comigo só tinha o caderno e uma caneta.

"Hão-de encontrar-me!" - pensei eu enquanto aproveitava para desenhar o máximo possível nesta tarde!



Numa das salas estavam expostas esculturas lindíssimas. Muitas eram de figuras anónimas, por isso quase ninguém parava para as admirar.

"Só se tornam interessantes aos visitantes quando você começa a desenhá-las!" - disse-me um rapaz. De facto era verdade! Escolhi esculturas "sem visitantes" para que as pudesse desenhar à vontade, sem que alguém "as tapasse" enquanto as desenhava! Acontece que, a meio do desenho, apareciam pessoas, espreitavam-me o caderno pelos ombros e depois colocavam-se à frente da escultura, à procura de informações para perceber o meu interesse em desenhá-la! Esta situação deixava-me bastante irritada!


Eles encontraram-me, já quase à hora do fecho do museu! Estavam a desenhar na única sala em que eu não os procurei! Dizem eles que também estiveram à minha procura! Desencontrámo-nos, para o bem dos três! Eu desenhei freneticamente. Eles desenharam tranquilos. 

O museu é um espaço enorme! Deveríamos ter seguido o conselho da Simo: um dia inteiro no museu para desenhar porque tudo é desenhável no seu interior!

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

"Sete obras de misericórdia" do Caravaggio

Planeamos muito bem este dia! Ver "Sete obras de Misericórdia" do Caravaggio de manhã e à tarde visitar o Museu Arqueológico. Raramente programamos os nossos dias durante as viagens de férias, mas como este seria o último dia em Nápoles, era imperativo passar por estes dois locais!

Há coisas que acontecem nesta cidade que não consigo compreender! Uma delas é o facto de as pessoas levarem os seus animais de estimação para dentro dos museus! Não percebo de que forma isso iria contribuir para o conhecimento geral dos animais! Também não percebo o motivo das pessoas falarem alto ao telemóvel dentro dos museus, como se estivessem sozinhos! Ninguém merece assistir a novelas auditivas em espaços onde se pretende adquirir conhecimentos sobre a História da Humanidade!


Tal como acontece em cidades turisticamente agitadas, Nápoles amanhece com os trabalhadores a limparem as portas dos seus estabelecimentos. Habitualmente as noites de verão são muito agitadas para os jovens, que por vezes deixam "surpresas" desagradáveis em muitas portas.
Enquanto desenhávamos a mercearia, a cidade compunha-se lentamente, para mais um dia quente, ao som de baterias, de carros e de vespas que circulam nos dois sentidos, por entre o passeio, a estrada e as pessoas.


A Igreja Pio Monte della Misericórdia guarda uma das obras mais espectaculares do Caravaggio, que a olho nú teria muitas dificuldades em analisar! Foi com uma verdadeira mestria que o pintor reuniu as "Sete obras de misericórdia" numa única tela:
    1. dar de comer a quem tem fome
    2. dar de beber a quem tem sede
    3. vestir os nús
    4. visitar os prisioneiros
    5. dar pousada aos peregrinos
    6. visitar e atender os doentes
    7. enterrar os mortos
Embora a igreja tivesse mais obras de pintura expostas, maioritariamente feitas por seguidores do Caravaggio, nós ficámo-nos por aqui, entre o observar, apreciar e compreender o quadro. Foram cerca de 45 minutos partilhados com o Matias, de frente para a obra-mestre, onde a arte e a religião se cruzam num estilo único e inconfundível!

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Castel Saint´Elmo e Simo Capecchi

Subimos o monte no funicular. Foi uma viagem rápida, onde pouco se pôde apreciar a cidade. Mas chegando ao Castel Saint' Elmo, a paisagem é de 360º: a cidade estende-se no seu leito, com o Vesúvio impondo-se à sua frente, enquanto o Mediterrâneo se derrete timidamente aos seus pés e a ilha de Capri se esconde por de trás das suas muralhas. 



No final da tarde descemos para a cidade, atravessando uma escadaria infinita que chegava à casa da Simo Capecchi! Ao longo da descida espreitávamos as vistas por entre as pequenas casas à beira das escadas. Por causa do calor, os moradores permaneciam no seu interior. Só os turistas se aventuravam a subir ou descer as escadarias debaixo de um calor infernal!


Chegar à casa da Simo é como chegar a um porto de abrigo, onde podemos descansar sentados no terraço, rodeados de plantas, sentir o calor bater no rosto enquanto nos embebedamos com água fresca! 
Nós desenhávamos e trocávamos ideias em inglês com a Simo. O Matias enriquecia o seu vocabulário italiano, através dos livros infantis do Marcello e do Tommaso (filhos da Simo). Apaixonou-se pelo "Ariol", de Emmanuel Guibert e Marc Boutavant.


Conhecemos a Simo no Simpósio Internacional USK 2001, em Lisboa. Era instrutora, em parceria com o Cláudio Patanè, também italiano. Sempre discreta. Apenas os seus cabelos grisalhos chamavam a atenção sobre si! Mestre em desenhos verticais e dona de uma linha simples que conta histórias sobre as ruelas napolitanas, onde os turistas dificilmente chegam.
Cruzámo-nos em outros simpósios. Conheci o seu filho Marcello no Simpósio do Porto, em 2018. Era "mais pequeno" do que agora, já com 18 anos e prestes a ir para a Suécia estudar durante 3 anos!

A vida é cheia de surpresas e de maravilhas inesperadas!

sábado, 21 de agosto de 2021

Pompeia

É incrível como um vulcão tenha devastado toda uma cidade! 
Pompeia, virada para o poderoso Vesúvio, não se apercebeu que estava perante um vulcão. Não se protegeu. Não teve como reagir à sua fúria. Julgava-o uma montanha. Pacífica. Imóvel. Dormente.

É obrigatório ir a Pompeia, pisar a calçado do chão, beber a água das fontes, atravessar o anfiteatro e admirar as termas! A cidade é magnífica e merece ser desenhada. Um dia não é o suficiente. Nem para desenhar, nem para apreciar. Uma semana não bastaria. Talvez um mês desse para desenhar apenas uma pequena parte desta cidade maravilhosa.
 

Foi um dia muito quente! Foi difícil encontrar sombras desocupadas. Mas uma vez encontrada, ali permanecíamos os três a desenhar. Sem tempo. Sem stress. Sem preocupações.
De regresso, atravessamos Pompeia (por fora) até chegar à estação de comboios! Caminhamos muito neste dia e o Matias esteve sempre impecável: sem queixas, sem pedidos, sempre bem disposto!

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Muito calor!

Há dias assim, em que não apetece desenhar.

Estavam 34 graus neste dia! Deambulámos pela cidade, a um passo lento, sem a preocupação de encontrar lugares bonitos para serem desenhados. Simplesmente apreciávamos o caminho e observávamos as pessoas que passavam ao nosso lado. Sentámo-nos para almoçar. Foi-nos servido um único prato com massa à bolonhesa, suficiente para nós. Um único prato e três garfos. Fiquei a pensar: será apropriado para esta época de pandemia?

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Novos amigos

A nossa amiga Simo Capecchi vive em Nápoles. Para além de ser uma excelente desenhadora, é um ser humano fantástico! Não tenho palavras suficientes para agradecer a forma como nos acolheu na sua cidade e na sua casa! Neste momento encontra-se com bastante trabalho, mas ainda assim teve sempre tempo para estar connosco, conversar, partilhar ideias, mimar o Matias e cuidar de nós!

Se há coisa na vida a qual devemos dar importância são as pessoas. A família, os amigos e as pessoas com quem nos encontramos.


Conhecer a cidade com quem é de lá não é a mesma coisa que conhecê-la pelos livros e mapas para os turistas. A Simo levou-nos até ao Palazzo dello Spagnolo, que fica fora da baixa de Nápoles. Para chegar até lá atravessámos um mercado ao ar livre e pouco se percebe que chegamos ao destino. No Palazzo dello Spagnolo não havia muitas pessoas a circularem, o que foi óptimo para sentarmos e desenhar tranquilos, sem a preocupação de manter o distanciamento social.
Meia hora depois fomos ter com o Nicolas e a Renata (um casal fantástico) e dirigimo-nos às Catacumbas de Nápoles! Foi impossível desenhar lá, pois fiquei embasbacada com a história do lugar e não quis perder nenhum detalhe do que a guia estava a contar sobre as catacumbas!
A Renata e o Nicolas trabalham em conjunto com a Igreja Santa Maria della Sanità e por isso nos foi permitido subir à parte exterior da copula da igreja! Este foi daqueles lugares que não estão abertos ao público, o que foi um privilégio! De seguida fomos almoçar a melhor pizza de Nápoles!
Depois do almoço a Simo levou-nos a um lugar incrível: umas grutas enormes que foram transformadas em garagem! Custou a acreditar que a mão humana pudesse ter alterado de forma tão brusca e rápida o que a natureza construíu ao longo dos anos! Não é fácil chegar até lá. É sempre a subir e custa ainda mais com 32 graus de calor!
 

Enquanto o Mário estava uma reunião, eu e o Matias fomos com a Simo para a sua casa! O nosso spot favorito da cidade. Não só pela simpatia dos donos da casa, como também pelo terraço com uma vista espectacular para cidade! O facto do Mário se ter atrasado para o jantar, permitiu-me desenhar a tarde toda! Confesso que estava no paraíso: tantos telhados para desenhar!

Entretanto chegou a Leonella, antes do Mário. E quem é a Leonella? Uma amiga da Simo. Na verdade, era sua vizinha de terraço. Durante a quarentena (provocada pela pandemia) tornaram-se grandes amigas e fizeram muitos jantares com outros vizinhos. Cada um no seu terraço, claro. Mas as conversas cruzavam-se no calor da noite até se cansarem. Começou também a desenhar em cadernos. Diz ela que não tem jeito. Mas dissemos-lhe nós que ela já tinha o essencial: um caderno, uma caneta e a mestre Simo! É um excelente começo!

domingo, 15 de agosto de 2021

Nápoles, finalmente!

A pandemia impediu-nos de fazer as viagens territoriais! De enriquecer os nossos horizontes de forma presencial e de criar memórias através do desenho e da escrita! Foram dois anos a adiar viagens de avião e de comboio! Adiámos Nápoles vezes e vezes sem conta! E outros tantos destinos ficaram por se viajar! Mas assim tinha de ser: ficar em casa. Por mim, por nós, pelos outros. Até agora não fomos afectados pelo vírus. Temos tido sempre muito cuidado: usar a máscara no rosto, lavar e desinfectar as mãos e distanciamento social. As duas doses da vacina contra o covid-19 permitiram-nos realizar esta viagem.

Nápoles, finalmente!

Desenhar. Escrever. Ensinar. Aprender. Renovar. Reencontrar. Descobrir. Caminhar.


Chegámos numa quinta-feira! 
Acordámos às quatro da manhã, apanhámos o avião e quando aterramos em Roma, foi sempre a acelerar para cumprirmos os horários dos comboios até Nápoles!
Caminhámos imenso debaixo de um calor infernal! 
O Mário puxava duas malas de viagem, eu puxava uma e com a outra mão puxava o Matias. 



As ruas da cidade são estreitas. Não há distanciamento social. Ninguém usa máscara! Diz-se que praticamente toda a população de Nápoles já se encontra vacina e por isso não é obrigatório o uso da máscara. Quanto aos turistas não sei porque motivo não a usam... o que é certo que só eu, o Matias e o Mário é que usamos máscaras nos rosto! Enquanto desenhávamos, uma portuguesa se encontrava sentada ao nosso lado... sem máscara!

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Mandamento novo

Para além de não conseguir aplicar de forma correcta as dimensões de um rosto, eis o meu drama em desenhar face to face:

1. parar, olhá-lo de perto e ter tempo para estar
2. perceber os pormenores
3. aceitar o que vejo
4. colocar no desenho o que realmente vejo e não o que quero ver
5. deixar que o outro siga as etapas anteriores enquanto me desenha









"Dou-vos o mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como eu vos amei, que também vós vos ameis uns aos outros."
Jo 13, 33-35

sábado, 22 de junho de 2019

Agapâs me - Filô se

É grego. É o amor no grau superlativo.
É o amor que pede sacrifício, não só do corpo, mas também da alma.

Fomos ao Museu dos Missionários Combonianos. Tinham, sobretudo, peças africanas que os missionários enviavam ou traziam no seu regresso a casa. Quisemos "trazer" nas nossas páginas o máximo possível. O tempo poderia ser curto. O cansaço maior ainda. Mas a vontade permanecia: desenhar todas as peças que estavam expostas. Até ao último minuto.




"Pedro ficou triste por Jesus lhe ter perguntado à terceira vez: 'Tu és deveras meu amigo?' Mas respondeu-lhe: 'Senhor, tu sabes tudo; tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo!' E Jesus disse-lhe: 'Apascenta as minhas ovelhas.'"
Jo 21, 15-17

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Amor

Tão simples e tão complexo!
Tão fácil e tão difícil!
Tão claro e tão escuro!
Tão estável e sempre em mudança!
Mas só o pode ser se for livre. Em todas as suas circunstâncias!


"No final da dança, tentarei tocar a sua mão, para assim purificar a minha. Meu coração amou até agora? Não, juram os meus olhos. Até esta noite eu não conhecia a verdadeira beleza."
William Shakespeare, Romeu e Julieta (séc. XVI)

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Descida

Descemos das montanhas e fomos até Bréscia!

Subir é um exercício físico no qual devemos controlar a nossa respiração e o ritmo dos nosso passos.
Descer é sentir os músculos do corpo quererem acelerar os pés por saber que, ao regressar ao ponto de partida podemos descansar. Aproximamo-nos do conhecido e perdemos o controlo sobre tudo o que víamos de cima. Vivemos com mais intensidade, sem saber o que virá depois...





"Não saber orientar-se numa cidade não quer dizer muito. Mas extraviar-se nela, como se extravia numa floresta, é algo que se deve aprender completamente. Porque os nomes das ruas devem soar ao ouvido do errabundo como o ranger de ramos secos, e as vielas internas devem refletir-se para ele tão nitidamente como os passos de montanha."
Walter Benjamim

domingo, 19 de maio de 2019

A montanha interior

A montanha à minha frente tirava-me o ar! Apresentava-se sempre como um desafio diante de mim. Tentar perceber as suas curvas, as suas sombras, os seus contornos. Sempre em constante mudança. Petrificou-se ali. Sem regras e sem tempo. A chuva, o frio, o vento, o gelo, a neve, o sol e as nuvens vão-lhe moldando os contornos e sem qualquer aviso prévio, ela revelava lugares de beleza que me faziam querer contemplá-la. Apenas parar e olhar!






"Não saias para fora de ti, retorna a ti mesmo, porque a verdade habita no homem interior."
Santo Agostinho

quinta-feira, 16 de maio de 2019

O horizonte

Limone, a cidade escolhida para este ano. Localizada no norte de Itália, rodeada de montanhas e embelezada pelo Lago di Garda. Um lugar que nos desafia a descansar, a reflectir e a sonhar.

Subimos à montanha na manhã seguinte à nossa chegada. Cada um com o seu passo, ao seu ritmo. O nosso era marcado pelo Matias. Ora aos saltos, por vezes mais lento, muitas vezes a puxá-lo, mas sempre a subir com os seus próprios pés. Parámos onde quisemos. Não pelo cansaço, mas pela vontade de desenhar a imensidão diante dos nossos olhos.

Enquanto subia a montanha ansiava por ver a cidade de cima. Cada vez que subia mais havia a estranha sensação de controlar o que se via de cima e a distância que me afastava cada vez mais desse controlo...









"Aspirai às coisas do alto e não às coisas da terra."
Cl 3,2

quinta-feira, 28 de março de 2019

De repente... Veneza

Estávamos em Florença quando o Mário disse: 
-Temos de ir a Veneza ver os diários gráficos do Ruskin!
A isso somámos um workshop!
Dito e feito!










quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

O grão

"Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto."
Jo 12, 24


Basílica de Santa Croce.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Não vos assusteis

"Entretanto, no sepulcro, viram um jovem sentado à direita, vestido com uma túnica branca, e ficaram assustadas. Ele disse-lhes: 'Não vos assusteis! Buscais a Jesus de Nazaré, o crucificado? Ressuscitou: não está aqui."
Mc 16, 5-6


Vida. Presença. Pessoas.

domingo, 2 de dezembro de 2018

Paixão. Incompreensão. Fragmento.

"Levan escolheu como epígrafe este pequeno poema de Antoine Tudal:

'Entre o homem e a mulher
há o amor.
Entre o homem e o amor
há o mundo.
Entre o homem e o mundo
há uma parede.'

Fê-la para recordar que no amor está sempre em jogo um obstáculo, um afastamento, uma distância irrecuperável - uma parede, justamente. [...] E acaba a explicar por que motivo devemos aceitar falar para as paredes: contra elas, a voz do amor ressoa."
José Tolentino Mendonça, O pequeno caminho das grandes perguntas




Praça Miguel Ângelo.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Resplandecência

"Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar retirado num alto do monte e transfigurou-se diante deles."
Mc 9, 2


Loggia dei Lanzi (Praça della Signoria).

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Limpeza. Água. Humildade

"Onde existe o ser humano, existem a memória e a paixão da viagem. O escritor Paul Bowles dizia que o turista e o viajante se distinguem pela experiência que fazem do tempo, apressada a o turista, lenta a do viajante."
José Tolentino Mendonça, O pequeno caminho das grandes perguntas




Deambulando por Florença.